domingo, outubro 26, 2008

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Upload feito originalmente por Will Brasil

Uma grande angular urgente!

Lançamento:
Manual Agroflorestal para a Mata Atlântica

28 de outubro de 2008 (terça-feira), às 19h30, em Brasília-DF
Local: Auditório da Pontifícia Obras Missionárias, SGAN 905 – Conjunto B. Brasília.


Este Manual Agroflorestal foi elaborado a partir dos resultados de diversos trabalhos coletivos que se estabelecem entre as instituições sócio-ambientais, atuantes neste bioma, com foco no desenvolvimento sustentável, na agricultura familiar e nos princípios da agroecologia. Contou com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do Projeto “Capacitação participativa de agricultores familiares e formação de agentes de desenvolvimento agroflorestal da Mata Atlântica”.

Coube a REBRAF - Instituto Rede Brasileira Agroflorestal, em parceria com a Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA) a sistematização e organização de trabalhos acadêmicos, compilação de experiências concretas desenvolvidas por agricultores e agricultoras e a documentação da troca de experiências entre os técnicos e colaboradores envolvidos na elaboração do conteúdo que agora apresentamos. Um trabalho que resulta do envolvimento de diversas pessoas, representadas por mais de 20 instituições espalhadas pela Mata Atlântica desde o Ceará até o Rio Grande do Sul.

Este Manual Agroflorestal pretende, como objetivo principal, convergir inicialmente os olhares para os trabalhos e as diversas experiências que já catalogam seus mais preciosos acertos e seus, não menos importantes, erros. Assim, busca resgatar nos homens e mulheres que estão diretamente envolvidos com a terra e seu uso, os conhecimentos tradicionais mais propícios ao seu modo de vida e trabalho e ampliar sua capacidade de entender os Sistemas Agroflorestais, inclusive por meio de novos aprendizados e tecnologias.

O texto é composto por 04 capítulos. O primeiro capítulo foi organizado por Jean Dubois, teve por objetivo introduzir conceitos sobre SAFs e suas práticas, caracterizando as principais definições sobre o assunto no contexto da Agroecologia. O segundo capítulo foi elaborado por Peter May, onde se objetiva aprofundar os conhecimentos e informar sobre a variedade de fontes de bens e serviços gerados pelos SAFs, no intuito de fortalecer argumentos para sua adoção e disseminação entre usuários, técnicos e financiadores. O Capítulo 3, organizado por Guilherme Floriani e Jorge Vivan, enfatiza o monitoramento participativo de SAFs como parte inseparável de estratégias de aprendizado progressivo e compartilhado entre atores, sejam eles institucionais ou privados. Esse texto contou com a colaboração de Valéria da Vinha, ao apresentar diferentes possibilidades de dinâmicas no uso de diagnósticos participativos para avançar na identificação de erros e aprendizados. Por fim, no Capítulo 4, baseado no texto de Armin Deitenbach, é apresentada uma abordagem do estado da arte das principais políticas públicas voltadas a quem trabalha, ou deseja trabalhar com SAFs.

O lançamento do livro acontecerá em Brasília-DF, durante a realização do “Encontro de Socialização em Sistemas Agroflorestais” entre os dias 28 e 29 de outubro de 2008, organizado pelo MDA-Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Local: Auditório da Pontifícia Obras Missionárias, SGAN 905 – Conjunto B. Brasília.


quinta-feira, outubro 16, 2008

Projeto Kayuvá receberá recursos do SEBRAE











Projeto Kayuvá é aprovado na chamada pública 04/2008 promovida pelo SEBRAE Nacional para Apoio a Projetos de Comércio Justo e Solidário.

O projeto "Kayuvá: Valorização do Pinhão na Agricultura Familiar da Serra Catarinense" tem como proponente o Instituto Pereté para o Desenvolvimento (iPereté), e foi um dos três selecionados em Santa Catarina dentre centenas de propostas de todo o país.

A proposta é o resultado de um intenso trabalho iniciado pelo Ipereté em 2004 e que se materializa agora com a parceria do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), da Associação de produtores de Erva-mate e Pinhão de Urupema e Região (APEMPUR), e da Associação de Produtores Rurais de Casa de Pedra (APROC).

Nosso primeiro grande passo com a conquista do apoio do CNPQ através do edital 36/2007. Neste ano, através do Departamento de Solos do CAV somou-se uma modesta ajuda da FAPESC, mas diversas atribulações burocráticas impediram o início efetivo das atividades.













Desta forma, o apoio do SEBRAE constitui um passo fundamental. Além de dobrar o montante de recursos disponíveis, a inclusão do SEBRAE como parceiro amplia e dá maior estabilidade institucional e financeira para a realização das atividades e alcance dos objetivos propostos.

Provam-se mais uma vez que oportunidades devem ser perseguidas. Agora temos pela frente o desafio de utilizar estes recursos para fazer do pinhão um meio efetivo de geração de renda e uso sustentável dos recursos naturais da região.

Esta vitória é dividida entre todos os que fazem parte desta empreitada, cada um a seu modo e medida, mas sendo sempre uma contribuição importante.